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Carros em marcha lenta

Veículo: Blog Veículos & Negócios | Data: 07.09.2020 | Tamanho: DHTML

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O mês de agosto registrou os melhores números na
indústria automobilística desde o início da pandemia. Com
isto, nota-se que a crise mais aguda ficou delimitada ao
segundo trimestre. Na comparação com julho, a produção
de autoveículos se destacou (210,9 mil unidades),
apresentando crescimento de 23,6%, de acordo com a
Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos
Automotores (Anfavea). Os licenciamentos (183,4 mil)
tiveram crescimento de 5,1%, enquanto as exportações
(28,1 mil) caíram 3,4%. Porém, quando se compara agosto
de 2020 com igual mês de 2019, os três números acima
registraram quedas superiores a 20%, indicando um longo
caminho de recuperação até os níveis pré-pandemia.

Ainda de acordo com a Anfavea, no acumulado dos
primeiros oito meses do ano, a comparação é ainda mais
desfavorável. Os licenciamentos (1.166,7 mil) recuaram
35%, as exportações (176,7 mil) encolheram 41,3% e a
produção (1.110,8 mil) despencou 44,8%, repetindo
volumes similares aos de quase 20 anos atrás. “É como se
perdêssemos três meses de vendas internas e quase quatro
meses de produção”, analisa Luiz Carlos Moraes,
presidente da associação. “Se não fosse a pandemia, na
metade de maio já teríamos chegado aos patamares
atingidos nesse fechamento de agosto”, destaca ele,
evidenciando o tamanho das perdas do setor automotivo.

“Se antes da pandemia nós já alertávamos para a falta de
competitividade do nosso país, agora a situação é ainda
mais urgente. O mercado global de veículos deve encolher
de 91 milhões de unidades em 2019 para menos de 75
milhões em 2020, gerando uma ociosidade inédita na
indústria global”, disse o executivo, em coletiva de
imprensa: “Só atacando as causas do custo Brasil é que
teremos condições de evitar um encolhimento do setor
automotivo brasileiro”.

Divulgação Pastilhas, lonas e sapatas de freio para eixos
dianteiros e traseiros

PASTILHAS –A Cobreq, empresa do grupo Nisshinbo,
aumenta o portfólio de produtos e anuncia o lançamento
de diversas pastilhas, lonas e sapatas de freio para eixos
dianteiros e traseiros. São opções para as mais variadas
marcas e modelos de automóveis, caminhões, vans e
outros. Entre os veículos estão Spin, Onix e Tracker da
GM/Chevrolet, IX35 da Hyundai, Hilux da montadora
Toyota, Delivery da Volkswagen, Jumpy da Citröen, Expert
da marca Peugeot e CityTruck da Foton.

A marca TMD Friction mantém “alinhamento com o
mercado e com as novas tecnologias que surgem a cada
dia, inovando para entregar soluções de alta qualidade aos
clientes. Buscamos sempre embarcar tecnologia de ponta
em nossos produtos”, afirma Raulincom Borges da Silva,
coordenador de assistência técnica da TMD.

ONLINE –A Carupi, startup pioneira ao lançar no mundo o
serviço de comprar e vender carros usados sem sair de
casa, acaba de lançar um portal outlet com veículos
vendidos a preços abaixo da tabela FIPE, considerada o
principal índice para a negociação de automóveis no país.
O portal se chama carupix.carupi.com, fazendo referência
a um serviço express, com vendas e compras feitas de
forma rápida.

Em menos de 12 horas desde o lançamento do site, mais de
50% dos veículos anunciados foram vendidos, um
movimento positivo para o setor que vem se recuperando
aos poucos diante da crise mundial causada pela pandemia
do coronavírus. A plataforma diz que continuará a ser
abastecida com novos veículos para venda semanalmente.

Os carros são periciados através de laudo cautelar, o que
garante procedência verificada e que não tenham
passagem por leilões ou histórico de sinistros. Além disso,
possuem, para modelos acima de 2012, um ano de garantia
de motor e câmbio. O processo de pagamento é
inteiramente digital.

LÍDER –Depois de ser ultrapassado pelo Volkswagen TCross em julho, o Chevrolet Onix reconquistou a primeira
posição do ranking dos modelos mais vendidos do país, no
último mês de agosto. O modelo vendeu 10.609 unidades
no período, enquanto o SUV da Volkswagen comercializou
6.455 unidades e despencou para o 5º lugar. Está na viceliderança o Fiat Strada, com 8.690 unidades emplacadas.

De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de
Veículos Automotores (Fenabrave), no mercado de
veículos leves (carros de passeio + comerciais leves), foram
emplacadas 173.544 unidades em agosto, representando
aumento de 6,41% ante julho, mas com expressiva queda
de 24,7% quando comparado com o mesmo mês de 2019.

Divulgação Charging station carregando baterias

ENERGIA – A Toyota Motor Corporation e a Honda R&D Co.,
Ltd. irão criar um sistema móvel de geração/entrega de
energia, intitulado Moving, que consiste em um ônibus
movido a célula de combustível (fuel cell) que pode
carregar uma grande quantidade de hidrogênio, aparelhos
portáteis externos de entrega de energia e baterias
portáteis. As empresas darão início aos testes
demonstrativos da capacidade do sistema de entregar
eletricidade a qualquer hora e em qualquer lugar.

Quando uma rede elétrica é danificada durante um
desastre, como tufões e tempestades, a população sofre
com a interrupção do fornecimento de energia para as
residências e centros de evacuação. A fim de encontrar
uma solução para essa questão, Toyota e Honda estão
reunindo suas tecnologias para criar um dispositivo móvel
de geração/entrega de energia com o objetivo de fornecer
eletricidade para as pessoas.

Tendo a mobilidade como diferencial, o Moving e pode ser
utilizado como um sistema phase-free, fase-livre na
tradução literal, que pode ser utilizado tanto em tempos de
desastre para apoiar o fornecimento de energia em áreas
afetadas, bem como em situações normais de rotina, como
o fornecimento de energia para um evento, por exemplo.
Por meio dos testes de demonstração, as duas empresas
poderão confirmar as reais necessidades das pessoas e
verificar a usabilidade do sistema.

OIL –Você conhece alguma empresa que bateu 105% da
meta durante a pandemia e que projeta fechar 2020 com
um faturamento acima de R$ 100 milhões? Pois esta é a
realidade da paranaense Teclub, fabricante dos
lubrificantes automotivos e industriais Maxon Oil, que
saltou de um faturamento de R$ 10 milhões em 2015 para
uma previsão de mais de R$ 100 milhões em 2020, sendo
42% desse crescimento nos últimos meses.

Este é um mercado disputado, prevalecendo marcas
gigantes como Petrobras, Texaco, Ipiranga, Mobil, Shell,
entre outros. Na região Sul, a Maxon já é a sexta marca que
mais vende e a 14ª no país. Existem registros de 276 players
no mercado.

“Estamos conquistando espaço por nos posicionar como
uma marca parceira, com excelente custo x benefício. Não
disputamos espaço por meio de altos investimentos em
mídia, como fazem as gigantes. Focamos em entender a
real necessidade do consumidor e em mostrar a ele que
trabalhamos com responsabilidade, profissionalismo e
bom preço, o que resulta na fidelização”, justifica Edson
Reis, CEO da Teclub-Maxon Oil.